25.6.12

paula rego


O Baile, da pintora portuguesa e nacionalizada inglesa, Paula Rego.
Pintada em azuis e cinzas intensos, a cena é tem uma luz fantasmagórica que sugere um episódio de sonho ou uma fantasia surrealista. Os dançarinos são baixos e encorporados, com movimentos e trajhes que remetem a tradições folclóricas dos anos 1950.Atrás dos personagens, uma construção sinistra, semelhante a uma fortaleza, num afloramento rochoso aumenta o clime estranho e perturbador da pintura.Muitas obras de Paula Rego se baseiam em contos folclóricos ou de fadas. Outras são imagens ambíguas e incômodas, ligadas a suas lembranças de infância.Com dimensões épicas, O Baile parece ter referência autobiográfica, proveniente da criação portuguesa de Paula. Porém o foco expressivo do quadro é nas mulheres.O quadro representa o ciclo de vida feminino, da infância à maturidade sexual, maternidade de velhice. A composição é parecida com a obra A Dança da Vida, do pintor surrealista norueguês Edvard Munch, que também mostra grupos de pessoas dançando ao luar, à beira-mar, com uma figura de inocência à esquerda.
4 detalhes de O Baile, de Paula Rego se destacam:

1. Moça à esquerda

Absorvida na dança, a moça de vestido português talvez represente Paula jovem. Sua roupa branca e sua anágua sugerem inexperiência sexual. Esta figura é maior do que as outras provavelmente para indicar sua importância como personagem principal.

2. Casal jovem ao meio O jovem casal dançando de faces coladas transmite uma sensação de nostalgia. Paula deve estar falando seu próprio passado. O amarelo vivo da mulher se destaca entre as cores escuras e triste da pintura.

3. Prédio escuro A forma simplificada da construção em cima da montanha sugere opressividade e solidez à composição. Seu significado, assim como ocorre com outros elementos da obra, é aberto a interpretações.

4. Roda da vida As 3 figuras dançando em roda com as mãos unidas parecem uma criança, uma mãe e uma avó. Juntas, elas representam as 3 principais fases da vida de uma mulher.
Ficha Técnica - O Baile:


Autor: Paula Rego
Onde ver:Tate, Londres, Reino Unido
Ano: 1988
Técnica: Tinta acrílica sobre papel sobre tela
Tamanho: 212,6cm x 274cm
Movimento: Surrealismo

6.6.12

museo torres garcía






Luego del fallecimiento de Joaquín Torres García en 1949, sus familiares y allegados, liderados por Manolita Piña, su viuda, tomaron la determinación de crear un museo que contuviera el legado del maestro, tanto de obras de arte como documental.

El primer Museo Torres García fue inaugurado el 29 de julio de 1953, día del nacimiento de Torres García. El Museo fue trasladado y reinaugurado en varias ocasiones, debido al vacilante apoyo por parte de las autoridades oficiales, hasta que en 1973 al instalarse la dictadura cívico-militar se cierra definitivamente el Museo y la Fundación de esa primera etapa. Con el retorno a la democracia, se constituye la actual fundación Torres García, presidida por Manolita Piña y con la participación de Augusto y Olimpia Torres. Ifigenia Torres no formó parte de la FTG pero le brindó un decidido apoyo. En 1986 se crea la actual FTG y se celebran convenios con la Generalitat de Cataluña y con el Estado Uruguayo, que posibilitan la instalación del Museo Torres García. Estimamos 85000 visitantes anuales.

http://www.torresgarcia.org.uy/index_1.html

5.6.12

mario benedetti

Mario Benedetti (Paso de los Toros14 de setembro de 1920 — Montevidéu17 de maiode 2009) foi um poetaescritor e ensaísta uruguaio. Integrante da Geração de 45, a qual pertencem também Idea Vilariño e Juan Carlos Onetti, entre outros. Considerado um dos principais autores uruguaios, ele iniciou a carreira literária em 1949 e ficou famoso em 1956, ao publicar "Poemas de Oficina", uma de suas obras mais conhecidas. Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mario_Benedetti

2.6.12

danúbio gonçalves


A trajetória de um dos mais importantes artistas gaúchos ganha as telas de cinema no projeto "Grandes Mestres", com o episódio "Danúbio", que conta a vida do pintor, desenhista, gravador e escritor Danúbio Gonçalves, que aos 87 anos está em plena atividade. Com direção de Henrique de Freitas Lima, a série será apresentada nas sala PF Gastal, no Instituto NT e na sala Norberto Lubisco da Casa de Cultura Mario Quintana no dia 8 de junho.

Danúbio Gonçalves nasceu em Bagé, em 30 de janeiro de 1925. Foi para o Rio de Janeiro com dez anos. Lá estudou e conviveu com o meio cultural mais efervescente do país, quando freqüentou o atelier de Cândido Portinari e de Roberto Burle Marx, estudando na Fundação Getúlio Vargas com Axl Leskoshek e Carlos Oswald.

Aos 19 anos, realizou em Bagé sua primeira exposição individual.
Aos 23 anos, recebeu dois prêmios no 53° Salão Nacional de Belas Artes.

Em 1948, participou em Porto Alegre de uma exposição com Glênio Bianchetti, Clóvis Chagas e Glauco Rodrigues, com repercussão que identificou os participantes como o Grupo de Bagé.

Entre 1949 e 1951, residiu em Paris, freqüentando curso livre na Academia Julien e diversos museus da França, Espanha, Portugal, Suíça, Itália, Alemanha, Inglaterra, Bélgica e Holanda. Em 1951, retornando a Bagé, participou da fundação do Clube de Gravura de Bagé.

Com a série Xarqueadas, Danúbio recebeu o Prêmio Viagem ao País, do 2° Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

No Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs), Danúbio tem realizado periodicamente importantes exposições individuais (1963, 1968, 1976, 1982, 1992). Em 1971, no Museu de Arte Moderna da Bahia; 1976, Museu Guido Viaro, de Curitiba, e Museu de Arte Moderna de São Paulo; 1987, Museu de Arte de Santa Catarina; 1992, Galeria L’Oeil de Boef, Paris.

Danúbio tem participado com freqüência da Bienal Latino-Americana de Porto Rico.

Esteve presente em outras nos Salões e mostras Estampas Del Brasil, Viña del Mar, Chile, 1954; Salão de Arte Rio-grandense de Porto Alegre, 1961 (Medalha de Ouro); 1° Salão Cidade de Porto Alegre, 1963 (1° prêmio); World Prints Entrants, Museu de São Francisco, Califórnia, 1973; Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna (MAM), São Paulo, 1974; Centenário de Van Gogh, Paris, 1984; La Jeune Gravure Contemporaine et sés Invites du Brésil, Paris, 1987; Atelier Livre 30 Anos, 1991; RS Litografia Hoje, Margs, 1994.

Em 1953, mudou-se para Porto Alegre. Lecionou no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, onde foi diretor por 15 anos.


Em 2005, foi homenageado pela Prefeitura de Porto Alegre e integrou o projeto Encontros com a Arte no Paço como convidado.