23.5.12

Tutto Fellini!


Fellini desembarca no Rio! Ou, pelo menos, a exposição “Tutto Fellini”... A mostra começa no dia 11/03 no IMS e depois, em julho, chega ao SESC Pinheiros, em SP. Serão exibidos 20 filmes (entre eles o 1º longa de Fellini, “Mulheres e luzes”, de 1950; “Oito e meio”, de 1963; e “Ginger e Fred”, de 1986), além de fotos de bastidores,entrevistas, fotos de anônimos que se candidatavam aos papéis, cartazes e desenhosfeitos pelo próprio diretor. Aliás, você sabia que ele começou a carreira comocaricaturista, aos 19 anos? E fica a dica: toda 6ª feira, às 14h, será exibido um filme comentado e com entrada franca durante todo o período da exposição.
Tutto Fellini”11/03 a 17/06
Instituto Moreira Salles: r. Marquês de São Vicente, 476, Gávea, Rio
Informações: (21) 3285-7400

21.5.12

MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli

Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) é um museu brasileiro sediado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e mantido pelo governo estadual. Localiza-se na Praça da Alfândega, no centro da cidade, e é uma das mais importantes instituições culturais do estado, alinhando-se entre os museus mais importantes do Brasil.
O MARGS surgiu como um dos primeiros projetos museológicos de importância e abrangência estadual. Na época de sua criação o único museu de relevo na cidade e no estado era o Museu Júlio de Castilhos, cujo perfil é mais histórico do que artístico. A orientação imprimida por Malagoli tinha um claro propósito de atualizar o circuito artístico local através da constituição de um acervo composto por prioridades regionais e nacionais que incluíam artistas contemporâneos. Segundo a pesquisadora Marilene Burtet Pieta, este papel atualizador tornou-se patente ainda mais pelas primeiras exposições temporárias apresentadas, que discutiam a modernidade no Brasil, as novas possibilidades de expressão, resgatavam áreas negligenciadas como os primitivos e a arte sacra, introduziam a internacionalidade, e através de seus ciclos de palestras, que dentre outros temas abordavam o colecionismo, a legitimação dasvanguardas, e o sistema institucional de arte no estado .

A partir da década de 1970 a instituição passou a documentar sistematicamente as suas atividades, e iniciou a publicação de um Boletim Informativo, além de se mudar para sua sede atual. Na década de 1980 o museu ganhou mais visibilidade, recebeu melhorias na sua estrutura e instalações, e realizou exposições de impacto, como o Salão Caminhos do Desenho Brasileiro, além de editar vários livros sobre artistas locais importantes. Também nesta década se fundou a Associação dos Amigos do MARGS.[4]
Com o restauro completo por que passou o prédio nos anos 90, recuperando toda sua infraestrutura e recebendo climatização e equipamentos expositivos modernos, o MARGS pôde enfim alavancar uma rápida expansão de suas atividades e projetar-se definitivamente no cenário museológico nacional e mesmo internacional. Nesta época o Núcleo de Restauro foi completamente aparelhado, passando a contar com uma restauradora permanente, tornando o museu independente também neste campo.

16.5.12

casa de cultura mário quintana

Originalmente era um hotel de luxo, chamado Hotel Majestic. Foi lar de um dos maiores poetas brasileiros, Mário Quintana, nascido na cidade gaúcha de Alegrete mas que adotou Porto Alegre como sua cidade de coração. O escritor viveu no hotel entre 1968 e 1982, no apartamento 217.
O prédio, projeto do arquiteto alemão Theodor Wiederspahn, foi tombado em 1990, sendo então adaptado para tornar-se o grande centro cultural que é hoje.

15.5.12

renoir

Baile no Moulin de la Galette, de Pierre-Auguste Renoir, é uma pintura do século XIX que pode ser encontrada no charmoso Museu d'Orsay, em Paris. Uma das primeira obras-primas do Impressionismo.

Para pintar esta complexa obra, Renoir convenceu amigos pintores e escritores, além de trabalhadores locais, a posar. Mesmo sendo "fabricado" por Renoir, o quadro capta bem a atmosfera ruidosa e boêmia do bairro parisiene Montmartre.

Renoir usou pinceladas de cores vibrantes para transmitir o dinamismo do baile. Repare, cada um faz algo diferente, a pintura tem um movimento surpreendente. O pintor é tão detalhista que pintou um clima de flerte entre o personagem de chapéu amarelo encostado na árvore com a madame de azul claro.

Outro detalhe interessante da obra é o vestido branco da dançarina à esquerda. As ágeis pinceladas de Renoir captam o efeito da luz do sol e das sombras que caem sob o vestido da personagem.

O quadro, no entanto, foi recebido de forma controversa: houve aplausos e críticas. Talvez pela receptvidade ambígua da obra, Renoir passou a se distanciar do impressionismo e a tentar expor suas obras no Salão de Paris.

Ficha Técnica - Baile no Moulin de la Galette

Autor: Pierre-Auguste Renoir
Onde ver: Museu d'Orsay, Paris, França
Ano: 1876
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 1,31m x 1,75m
Movimento: Impressionismo

14.5.12

sem esperança,frida kahlo


A obra Sem Esperança mostra Frida presa à uma cama, em uma paisagem absolutamente rude e estéril, com uma terrível cornucópia de carne e peixes variados em um cone carnoso suspenso acima da boca da artista representada no quadro. Embora seja pequena, a pintura é considerada uma das mais perturbadoras e poderosas pinturas de Frida.

Na época em que pintou o quadro, a falta de apetite da pintora a levou a tamanha perda de peso que ela precisava ser alimentada através de um funil. Na pintura o funil ganhou novas dimensões - tão grande que precisa ser apoiado em uma estrutura de madeira - e não está cheio de comida triturada, mas sim de pilhas de carne crua.

No verso do quadro Frida colocou uma inscrição que dá nome ao quadro: "Não resta nem a menor esperança em mim... Tudo se move em sintonia com o que o estômago contém".


5 detalhes de Sem Esperança se destacam:

1. Expressão de dor:

Frida lança ao espectador um olhar suplicante, ao mesmo tempo em que lágrimas escorrem de seu rosto. Apenas a cabeça e os ombros estão para fora dos lençóis, o que ajuda a passar a sensação de constrição. Nessa época Frida era, realmente, forçada a passar grande parte de seu tempo na cama, com um colete ortopédico. A artista sofreu mais de 30 operações ao longo da vida.


2. Festa dos mortos:

O enorme funil usado para alimentar a pintora transborda com uma mistura nauseante de carne, peixes e aves. A ideia do funil como um instrumento de tortura (como ele aparece representado na pintura) provavelmente foi tirada de um livro sobre a Inquisição Espanhola. No topo do monte de comida crua encontra-se uma caveira mexicana de açúcar com o nome da artista. Essas caveiras eram comuns no dia dos mortos e seu papel na pintura é fazer uma alusão à morte, enquanto o açúcar com que ela é feita representa a doçura da vida.


3. Fundo estéril:

O cenário da paisagem representada no quadro é um deserto ressequido e tem sido interpretado como uma referência à esterilidade da artista. Os ferimentos que teve aos 18 anos a impossibilitaram de ter filhos.


4. Lua:

Nas laterais do quadro encontram-se imagens da lua e do sol. Uma das interpretações para a presença desses símbolos é a dor implacável da pintora, que persistia dia e noite. Em outra vião, a lua simboliza a própria Frida.


5. Sol:

Nessa obra o sol pode ser uma alusão específica a seu marido, Diego Rivera. Outras interpretações dão conta de que o sol trata-se de uma referência aos cravos-de-defunto laranja, comuns nas festas mexicanas do Dia dos Mortos.



Ficha Técnica - Sem Esperança:


Autor: Frida Kahlo 
Onde ver: Museu Dolores Olmedo Patiño, Cidade do México, México 
Ano: 1945 
Técnica: Óleo sobre tela montada sobre HDF 
Tamanho: 28cm x 36cm 
Movimento: Simbolismo

11.5.12

10 anos sem lutzenberger


No dia 05 de abril, reunidos na cerimônia de homenagem e despedida a Rosa Teixeira Carneiro, 76 anos, esposa e companheira de Augusto Carneiro, braço direito e maior apoiador de José Antônio Lutzenberger, estiveram presentes representantes de várias gerações do movimento ecológico gaúcho. A ocasião não foi só marcada pela tristeza da despedida e pelo agradecimento a mais um membro daquele grupo que iniciou um trabalho revolucionário e que alcançou reconhecimento em todo o Brasil. Foi também um momento de retomada para muitas pessoas, que num retrospecto buscaram inspiração no passado e na coragem dos pioneiros, como o próprio Augusto Carneiro, que no dia 31 de dezembro completará 90 anos de idade e estava ali se despedindo da companheira de uma vida e de muitas aventuras.
Na próxima segunda-feira, 14 de maio, lembraremos os 10 anos da morte de Lutzenberger, o maior ecologista que o Brasil já teve, e que partiu em maio de 2002 deixando como herança muitos admiradores e dois grandes empreendimentos: a Fundação Gaia, ONG criada por ele em 1987, com uma sede rural de 30 hectares em Pantano Grande, a 120 km de Porto Alegre, e a Vida Produtos e Serviços em Desenvolvimento Ecológico, empresa já consolidada e de faturamento milionário, ligada ao setor de celulose, com sede em Eldorado do Sul e filiais na Bahia e em Santa Catarina.
A sede rural da Fundação Gaia, o Rincão Gaia, foi o grande sonho realizado de Lutzenberger, tornado possível graças ao apoio incondicional de sua então parceira Elizabeth Paula Renck, enfermeira e professora que largou uma carreira promissora no Hospital de Clínicas de Porto Alegre para se dedicar a concretização do sonho do companheiro.
Como em todo gênio, algumas características do ecologista eram muito marcantes, o conhecimento acumulado ao longo de sua existência e a tranquilidade financeira da qual desfrutava nos últimos anos, não o tornaram arrogante e nem lhe tiraram a simplicidade. Compartilhava tudo com todos e sua generosidade era reconhecida entre aqueles que para ele trabalhavam. Quando não estava viajando, proferindo suas conferências mundo afora, ou recebendo mais uma de tantas homenagens, reinava absoluto nas paisagens do Rincão Gaia, onde, ao invés de cetro e coroa, vestia camisas simples e sandálias de couro, sem se importar em expor os fungos que cultivava nas unhas dos pés, sobre os quais, dependendo do humor, sabia fazer piada ou também discursar em verdadeiras e cativantes aulas de biologia.
Para manter e aperfeiçoar o Rincão Gaia, num gesto de total desprendimento e altruísmo, destinava para o local quase que a totalidade dos recursos que ganhava com o pró-labore da empresa que criou.  Seu objetivo era transformar o sítio não só em exemplo de recuperação de áreas degradadas com belíssimas paisagens e rica biodiversidade, mas estabelecer ali uma Ecovila que demonstrasse na prática a harmonia da convivência entre seres humanos e natureza, com criação de animais e produção de alimentos orgânicos, respeitando os princípios da agroecologia. E ele provaria que seria possível caso tivesse tido tempo. Com sua partida, o local intensificou a realização de atividades como os cursos voltados para a sensibilização e educação ambiental. Pelas belezas naturais, o sítio cada vez mais têm atraído admiradores e turistas que desejam conhecer o trabalho excepcional realizado pelo ambientalista.
José Lutzenberger também deixou duas filhas. Lara, a mais nova e mais conhecida do público, dirige a Fundação Gaia. Sempre que pode está nos meios de comunicação para falar do trabalho pioneiro desenvolvido pelo pai e divulgar as atividades promovidas pela instituição na sede rural.  Lilly, a mais velha, é talvez quem mais tenha herdado os traços e a personalidade do ecologista. Semanalmente visita a empresa, orientando e acompanhando de perto o trabalho dos dois executivos que tocam o empreendimento desde os tempos do pai.Alegre e divertida, os mais próximos apontam nela o espírito agregador como uma de suas maiores características. Formada em biologia pela UFRGS, hoje se dedica com afinco à preservação e organização do imenso acervo deixado por Lutz, do qual fazem parte centenas de livros, revistas, dossiês contendo material sobre as principais lutas encabeçadas pelo ecologista ao longo de mais de três décadas, milhares de recortes de jornais e revistas, cartas, documentos, além dos livros de sua autoria.
Lilly trabalha há alguns anos neste material, preparando-o para ser doado ao “Delfos – Espaço de Documentação e Memória Cultural” da PUC-RS, um setor da Biblioteca da Universidade dedicado exclusivamente à guarda e preservação de acervos pertencentes a gaúchos ilustres. Um trabalho minucioso e exaustivo, o qual requer, além do conhecimento da trajetória de Lutzenberger, o domínio de 5 idiomas (português, inglês, alemão, francês e espanhol), uma vez que ele não só lia, como escrevia, falava e proferia palestras em todos estes idiomas.
Atualmente o acervo é mantido nas dependências da Empresa Vida, em Eldorado do Sul, pois a antiga Casa Lutzenberger encontra-se em pleno processo de restauração. Tendo sido tombado em 2011, o prédio, após a reforma, abrigará a nova sede administrativa da empresa. Na mesma, além de escritórios, haverá espaços dedicados à memória do ambientalista e de seu pai, também chamado José Lutzenberger, reconhecido arquiteto e artista plástico alemão radicado no Brasil, o qual, além de responsável por prédios importantes na capital gaúcha, como a Igreja São José, o Palácio do Comércio e o Orfanato Pão dos Pobres, construiu a Casa Lutzenberger, para a qual se mudou com a família em 1932 e onde viveu o filho ecologista até sua morte, em 2002.
Foi no pai artista plástico que o filho encontrou apoio e buscou inspiração desde cedo para suas incursões pelo mundo natural, como comprovam os diários deixados pelo primeiro. Neles, José Lutzenberger, o pai, escreve e enriquece com belas ilustrações o dia a dia dos filhos José Antônio, Magdalena e Rose, indicando o caminho que o filho seguiria no futuro, já que estava sempre envolto em atividades ligadas à fauna e a flora dos arredores de sua casa, na Rua Jacinto Gomes, no Bairro Bom Fim, escapando não raras vezes para os morros de Porto Alegre, de onde vinha carregado de exemplares para enriquecer o seu amplo jardim.
A arte de registrar em diários praticamente tudo o que acontecia com os filhos também migrou para a neta Lilly, que apesar de não dominar a arte dos desenhos, assim como o pai e o avô, domina brilhantemente a da escrita, mantendo, de forma organizada, em diários atualizados, tudo o que acontece com a família, guardando também em arquivos digitais as trocas de correspondências com a irmã e as tias, como demonstram alguns exemplares a que tive acesso. Esse não é, no entanto, um trabalho a ser tornado público, pelo menos por enquanto. São registros pessoais que tem como objetivo o registro de fatos e acontecimentos organizados por uma grande artista das palavras para preservar e dar continuidade à história da família a fim de que não se percam no espaço e no tempo. É um exercício solitário e cuidadoso, mas que pela riqueza de detalhes terá grande valor e reconhecimento na posteridade. E como num prenúncio do que pode ser a continuidade do trabalho realizado pelo arquiteto e artista plástico, que foi professor do Instituto de Artes da UFRGS, Heloísa, a filha mais velha de Lilly, desde o início de 2012, está cursando Artes Visuais na mesma instituição. Terá ela herdado os mesmos traços e o talento do bisavô? Só o tempo dirá!
Artigo publicado no Jornal do Comércio de Porto Alegre, Caderno Viver, página 5 – edição do dia 11 de maio de 2012.

8.5.12

fundação iberê camargo

Fundação Iberê Camargo, sediada na cidade brasileira de Porto Alegre, é uma entidadecultural cujo objetivo é conservar, catalogar e promover a obra do pintor gaúcho Iberê Camargo(1914 - 1994).

A Fundação foi criada em 1995 pela viúva de Iberê Camargo, Maria Coussirat Camargo, para quem ele deixou seu acervo artístico. Em 1996, decidiu-se construir uma nova sede para a Fundação, então situada na antiga residência do artista, no bairro Nonoai. Um local foi arranjado quando o governo do Estado do Rio Grande do Sul doou um terreno no bairro Cristal, às margens do lago Guaíba.
Entre junho de 1998 e março de 1999, ocorreu a seleção do projeto, tendo sido escolhido o doarquiteto contemporâneo português Álvaro Siza Vieira. O projeto foi a primeira obra de Siza Vieira na América do Sul e levou o arquiteto a vencer, em setembro de 2002, o Prêmio de Leão de Ouro, na Bienal de Arquitetura deVeneza.
A nova sede foi inaugurada no dia 30 de maio de 2008.
Foto:Omar Junior

7.5.12

feira no mercado público em POA

Estamos do dia 7 de Maio até o dia 12 de Maio no"Espaço de Eventos" do Mercado Público de Porto Alegre das 9.00 às 19.00 hs.

3.5.12

1º Prêmio Instituto de Artes Visuais (IEAVi).


Artista passará 20 dias morando na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.

A Praça da Alfândega hospedará um novo morador a partir desta quinta-feira. O artista plástico Túlio Pinto passará 20 dias vivendo no local como parte do projeto Transposição, uma mistura de instalação, performance, vídeo e fotografia.

Outras duas exposições — de Eduardo Montelli, Isabel Ramil e Mariane Rotter — também têm abertura amanhã, na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), e todas integram o 1º Prêmio Instituto de Artes Visuais (IEAVi).

Túlio ocupará uma casa pré-fabricada, equipada com colchão inflável, cobertor e um liquinho para esquentar a água do café e do chimarrão, para acompanhar de perto o desenrolar de Transposição. Tudo começa com uma pilha em formato cúbico, composta por 6 mil bloquetes de concreto, montada no centro da praça. O artista brasiliense de 37 anos, radicado em Porto Alegre desde 1993, transportará as peças, dia a dia, em um carrinho de mão, até a Galeria Augusto Meyer, no terceiro andar da CCMQ. A quantidade de bloquetes foi determinada a partir da metragem da sala de exposição — as 6 mil unidades são suficientes para cobrir todo o piso da galeria.

Os dois processos — a desmontagem da "escultura" na praça e o novo trabalho que estará surgindo na Augusto Meyer —, com duração prevista de três semanas, serão fotografados diariamente, e o projeto também renderá um documentário. O público pode acompanhar as sucessivas etapas de Transposição pelo site www.transposicao.com. Ao final do transporte das peças, a casa pré-fabricada também será desmontada e levada para a Casa de Cultura. O ciclo se completará ao final do período de exposição, em junho: Túlio doará os bloquetes para o Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, que incentiva ações comunitárias envolvendo arte, cultura, cidadania e economia solidária entre jovens do bairro Cristal, na Capital.
— Os bloquetes saíram do ambiente de indústria, passam para o campo da arte, vão trabalhar como metáfora na praça e ser impregnados por essa experiência. Depois voltam para o mundo real, para a arquitetura, mas não serão os mesmos blocos — explica o artista. — O trabalho flerta com escultura, instalação, fotografia, performance. Está inserido no contexto contemporâneo e multidisciplinar. Os meios se atravessam, se contaminam, se complementam — acrescenta.
Estar Como Habitar, de Eduardo Montelli e Isabel Ramil, e Meu Ponto de Vista: Série Banheiros, de Mariane Rotter, também são trabalhos selecionados no 1º Prêmio IEAVi. O primeiro reúne produções recentes da dupla de autores — o autorretrato Lemonade e série Inventário, de Montelli, e os vídeos Dias Felices e Stomoxys-Coca, de Isabel. Mariane, mestre em Poéticas Visuais, apresenta um conjunto de fotografias de banheiros públicos e privados, onde se retratou frente a pias e espelhos, na maior parte das vezes sem se ver refletida.
www.transposicao.com

2.5.12

Henri de Toulouse-Lautrec

Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa (Albi24 de Novembro de 1864— Saint-André-du-Bois9 de Setembro de 1901) foi um pintor pós-impressionista elitógrafo francês, conhecido por pintar a vida boêmia de Paris do final do século XIX. Sendo ele mesmo um boêmio, faleceu precocemente aos 36 anos de sífilis ealcoolismo. Trabalhou por menos de vinte anos mas deixou um legado artístico importantíssimo, tanto no que se refere à qualidade e quantidade de suas obras, como também no que se refere à popularização e comercialização da arte. Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários, ajudando a definir o estilo que seria posteriormente conhecido como Art Nouveau.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_de_Toulouse-Lautrec