4.10.12

curativos urbanos


Grupo 'cura' calçadas 'machucadas' na região da av. Paulista

Numa noite de agosto, buracos nas calçadas da avenida Paulista e das ruas Augusta e Peixoto Gomide (centro de São Paulo) receberam 40 curativos gigantes vermelhos. Eram parecidos aos usados normalmente em machucados, mas de tamanhos proporcionais às irregularidades no chão que pretendiam "curar".O ato faz parte de uma pequena intervenção, que recebe o nome de "Curativos Urbanos" e é promovida por um grupo de amigos --cinco deles moradores da cidade e uma sexta pessoa do Rio de Janeiro.Duas arquitetas, uma jornalista, uma profissional de relações públicas, uma publicitária e um designer, todos eles com gosto particular pela discussão dos problemas das metrópoles que habitam. Ainda que o escopo do grupo, segundo a publicitária gaúcha Jennifer Heemann, 28, seja analisar a cidade com foco em problemas de grande magnitude --como poluição, transporte público e uso dos espaços públicos--, o coletivo não ignora as possibilidades abertas por gestos menores e mais baratos.Com pouco mais de R$ 120, gastos em plástico EVA, fita adesiva e cola do tipo super-bonder, os amigos confeccionaram curativos de três medidas diferentes (60 cm x 30 cm, 40 cm x 20 cm e 30 cm x 15 cm). Jennifer diz que, ao aplicá-los junto aos buracos e às rachaduras, o objetivo é chamar a atenção para as dificuldades de locomoção na cidade e, mais do que isso, incluir os próprios pedestres no problema e em sua discussão.
"É uma grande brincadeira com o intuito de levar um pouco de crítica ao dia a dia dos moradores de São Paulo. A cidade é cheia de problemas que são ignorados como se não fossem da importância de ninguém. Queremos que as pessoas também se sintam responsáveis por onde vivem", ela explica.
A primeira região a passar pelo "tratamento" foi a da Paulista e arredores. Como o local é varrido frequentemente pelos serviços de limpeza, a intervenção resistiu apenas dois dias, mas foi fotografada e filmada pelo grupo. Os resultados dessa e de novas ações --já sendo planejadas para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre--, serão publicados na página do grupo no https://www.facebook.com/curativosurbanos?ref=ts

TRAJANO PONTES
COLABORAÇÃO PARA FOLHA

2.10.12

Desnudo Azul , Pablo Picasso


Deprimido por la muerte trágica de un amigo, de 20
años de edad, Picasso pintó el solemne "Desnudo Azul". Parte de su "Blue Period" obras de arte, y las primeras pruebas de su talento, fue una de las 20.000 pinturas, grabados, dibujos y esculturas que creo en su vida.La belleza simplista de "Desnudo azul" se encuentra dentro de la capacidad de Picasso para expresar emociones profundas con un solo color.

1.10.12

Travessa dos Venezianos


Travessa dos Venezianos é uma ruela da cidade de Porto Alegre, localizada no bairro da Cidade Baixa, entre as ruas Lopo Gonçalves e Joaquim Nabuco, onde existe uma série de dezessete casas populares tombadas pelo município.
As construções datam do início do século XX, e mostram uma arquitetura muito simples, com fachada resumida a um esquema de porta e uma ou duas janelas, com pé-direito alto e uma platibanda elementar acima, sendo pegadas umas às outras em fileira. Seu valor histórico reside em constituírem um grupo intacto de habitações populares típicas de muitas cidades brasileiras. Em Porto Alegre, o grupo preservado ali é remanescente de uma área onde este tipo de construção era generalizado.
Estas casas originalmente eram ocupadas por pessoas de renda muito baixa, em regime de aluguel. Com o passar dos anos seus ocupantes passaram a ser os proprietários. Sua denominação deriva do antigo nome da rua Joaquim Nabuco - Rua dos Venezianos - sendo que esta travessa era um beco que a ligava à Lopo Gonçalves. Sua primeira aparição no mapa oficial da cidade data de 1935.
O conjunto começou a ser restaurado em 1983, com auxílio dos próprios moradores. Para preservar-se não só a arquitetura, mas também a atmosfera característica do entorno, foram tombados juntamente imóveis limítrofes nas ruas Lopo Gonçalves e Joaquim Nabuco. A travessa ainda apresenta o calçamento original de pedras irregulares.
Foto: Rodilon Teixeira

26.7.12

Casapueblo,Carlos Páez Vilaró

O ponto mais importante e mais famoso para se visitar em Punta é a Casapueblo, onde o artista plástico uruguai Carlos Páez Vilaró, conhecido e premiado no mundo inteiro, mora. Seu ateliê fica na parte mais alta da casa, que tem ainda um restaurante e um hotel. 

Esse obra arquitetônica nada convencional, localizada em Punta Ballena, há 15 km do centro de Punta del Este, começou a ser construída em 1958, a partir de um cômodo feito de latas. Mais tarde foi revestido com ripas de madeiras que vinham de navios naufragados. 

Anos depois o artista descobriu a receita que daria a cara e o estilo que a casa tem até hoje. Com cimento e cal, "pregou" uma espécie de tela de galinheiro nas paredes de madeira e pintou sua casa, feita toda à mão, de branco. A intenção foi dar contraste com o céu e o mar. 

Vilaró se define como um "fazedor de coisas". Infiltra-se em todos os campos das artes plásticas que lhe chamam atenção. Já fez tapeçaria, pintura em mural, cerâmica, arquitetura, pintura e escultura. Tem uma ligação muito forte com o Brasil e uma forte influência africana em suas obras. Vilaró diz que quando visitou a Bahia, em 1956, encontrou a África inteira lá. 

Uruguaio, Vilaró acredita fazer parte do sol e diz que a arte e a vida são como um largo caminho cheio de portas que devem ser abertas para descobrir o que há por trás de cada uma. Para ele, sempre falta algo, sempre há portas para serem abertas. 
LUCIANA CARVALHO
da Revista da Folha 





24.7.12

Operários, de Tarsila do Amaral


Tarsila nasceu no interior de São Paulo, em Capivari. Depois, foi a São Paulo estudar e terminou seus estudos em Barcelona. Em seguida, aprendeu a pintar e se mudou para Paris. Em 1922, teve contato com as vanguardas quando chegou ao Brasil e conheceu Anita Malfatti. A partir daí, sua carreira de pintora decolou.

Em 1931, vendeu quadros de sua coleção particular e viajou a União Soviética. Foi lá que começou a se envolver mais com questões sociais e com o proletariado. Como Tarsila tinha perdido toda a sua fortuna com a Grande Depressão, teve, inclusive, que trabalhar como proletária para pagar sua viagem de volta ao Brasil. Quando voltou ao País, ligou-se ao comunismo e pintou o quadro Operários.

A pintura retrata o momento da industrialização brasileira, principalmente, a paulistana. Com Getúlio Vargas, o País passou a se industrializar a classe operária começou a surgir. O quadro mostra a diversidade cultural de um povo oprimido pelas elites, representada pela fábrica ao fundo. Embora as pessoas estejam em primeiro plano e todas tenham traços diferentes, não é fácil diferenciá-las. Elas parecem todas iguais, representando, portanto, um sistema que massifica o cidadão.

2 detalhes de Operários se destacam:

1. Rostos sobrepostos:

No quadro os operários são apresentados com os rostos sobrepostos, o que remete à massificação do trabalho e às condições precárias de vida nas cidades. Diversas etnias aparecem na obra, fazendo menção à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as grandes metrópoles.



2. Expressões cansadas:

A expressão dos operários representados passa ao espectador a sensação de tristeza, indiferença e cansaço. Esses sentimentos representam as péssimas condições de trabalho às quais os migrantes estavam submetidos, assim como remetem à falta de perspectiva que predominava no contexto de opressão da Era Vargas.

Ficha Técnica - Operários:


Autor: Tarsila do Amaral
Onde ver: Acervo do Governo do Estado de São Paulo
Ano: 1933
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 150cm x 205cm
Movimento: Modernismo


18.7.12

mario benedetti

Poeta y novelista uruguayo nacido en 1920 en Paso de  Los Toros.Falleció en Montevideo en mayo de 2009.
Foto:Lucas Ninno  -  Puente sobre el Rio Negro,Paso de los Toros,Uruguay


El Puente
"Para cruzarlo o para no cruzarlo
ahí está el puente
en la otra orilla alguien me espera
con un durazno y un país

traigo conmigo ofrendas desusadas
entre ellas un paraguas de ombligo de madera
un libro con los pánicos en blanco
y una guitarra que no sé abrazar

vengo con las mejillas del insomnio
los pañuelos del mar y de las paces
las tímidas pancartas del dolor
las liturgias del beso y de la sombra

nunca he traído tantas cosas
nunca he venido con tan poco

ahí está el puente
para cruzarlo o para no cruzarlo
yo lo voy a cruzar
sin prevenciones

en la otra orilla alguien me espera
con un durazno y un país".

Mario Benedetti

17.7.12

o pai da mafalda faz 80 anos




  1. Quino cumple hoy 80 años: “Dibujé 10 años a Mafalda, pero con Libertad me siento mejor”
    Hace muecas, saca la lengua y provoca la carcajada de Federico, el bebé de un año y medio que es el hijo de Guille, el sobrino menor de Quino que inspir...ó el personaje del hermanito de Mafalda. En la soleada siesta mendocina, Clarín interrumpió al maestro en una distendida sobremesa con su esposa y sus sobrinos. Está contento, conversador; le sienta bien festejar una nueva década junto a sus afectos en Mendoza, su tierra natal.

    -¿Cómo es llegar a los 80, Quino?
    -Como un arquero que no sabe por dónde entró la pelota. Por dónde pasaron los 80 años, no sé. Pasaron, se acumularon. Eso es lo grave, porque uno va sintiendo el peso y las limitaciones físicas. No pasan los años, se te quedan en el cuerpo.

    -¿Sigue dibujando?
    -Ya no. Las limitaciones físicas te joroban. He tenido muchas operaciones a la vista, un glaucoma muy perverso. Si hay poca luz, me cuesta ver y si hay mucha, me encandila.

    -Pero sigue creando, se le ocurren historias…
    -Sí, pero para qué gastarme en que se me ocurran cosas que después no puedo dibujar. Es como si un tenor tiene problemas en las cuerdas vocales.

    -¿Y qué otras cosas disfruta?
    -La música, el cine y la gastronomía, que nos es que yo la practique, pero la disfruto.

    -¿Cómo es volver a Mendoza?
    -Es volver a la infancia, lo que te formó. Me fui bastante grande, a los 22. Me gusta el vino de acá.

    -¿Es un experto catador?
    -No. Soy más borrachín que experto catador. Cuando no hay vino en una casa, tomo lo que sea, aunque no me guste.

    -¿Se siente cómodo con los homenajes? En setiembre le otorgarán el Konex a la trayectoria.
    -Sí, por tercera vez. El Konex siempre me pareció un premio que se daba a personas que ya estaban bien ubicadas en el trabajo que hacía. Hubiera preferido que fuera un premio para estimular a los jóvenes y no para premiar a los viejos.

    -¿Cómo vive esta etapa?
    -Por lo único que la edad no te resulta una porquería es porque vas entendiendo mejor la música que escuchas desde toda la vida. No es lo mismo escuchar a Beethoven ahora que a los 40 o los 20. Le vas descubriendo cosas que antes no se las descubrían.

    -Buenos Aires le hizo un homenaje con una bella Mafalda sentada en un banco en San Telmo. Pero usted dijo que le gusta más el personaje de Libertad.
    -Lo que pasa es que Libertad ofrecía muchas más posibilidades. A Mafalda la dibujé desde que empezó hasta que terminó la tira, durante 10 años. En cambio, a Libertad la dibujé al final de la tira y, claro, con ese personaje me siento mejor.

    -¿Quiere por igual a todos su personajes?
    -Sí, claro. Quiero por igual a todos mis dibujos de mi página de humor. Mafalda fue una etapa, pero toda mi otra producción son 50 años. Para mí, cualquier monito me gusta tanto como Mafalda. Me pasaba como a un periodista que tiene que entregar la nota y aunque no le guste lo que hizo, tiene que entregar igual.

    -¿Por qué le gusta tanto a los chicos Mafalda, si muchos de sus reflexiones parecen dirigidas al mundo adulto?
    -Me lo he preguntado muchas veces, porque yo no la dibujé pensando en los chicos. Es más, en el diario El Mundo salía en la página editorial, no en las historietas. Creo que tiene que ver con el grado de información que tienen los chicos. Cuando yo era chico, no tenía idea quién era el Papa, ni el jefe de las Naciones Unidas. Hoy los chicos lo saben. Aunque no quieran aprenderlo, lo saben por Internet, por la televisión, los diarios y por todos los sitios donde reciben información. Tienen un grado de información de un adulto.

    -¿Después de haber vivido tantos años en Buenos Aires, se siente un poco porteño?
    -Cuando escuchaba tangos en Mendoza no me decían nada. Pero en Buenos Aires aprendí a querer al tango, sobre todo la poesía de sus letras. El único dibujante que vi bailar bien el tango ha sido Landrú. El resto somos todos unos inútiles. Y pude comprobar que el tango es un sentimiento triste que se baila. Hubo poetas impresionantes y fantásticos como Manzi. Me encanta escuchar tango.

    -¿Es de los que les gusta dar cátedra, formar a nuevos dibujantes?
    -No. Siempre he sido bastante introvertido, quizás por haber sido el menor de tres hermanos y con una diferencia de 7 y 4 años. Me crié solo jugando en la casa, no me gustaba salir a la calle.
    POR ROXANA BADALONI - Mendoza. Corresponsal
    Foto:Delfos Rodriguez
    http://www.revistaenie.clarin.com/literatura/Quino-80-anios-Mafalda_0_738526298.html

5.7.12

Georges Méliès

O Museu de Imagem e Som de São Paulo vai inaugurar uma exposição sobre Georges MélièsQuem já era apaixonado pelo cineasta e depois de “A Invenção de Hugo Cabret” ficou ainda mais! Famoso por revolucionar o cinemaMéliès é considerado o pai dos efeitos especiais. Na exposição, o público poderá ver as suas várias facetas: o Méliès mágico, o Méliès mágico e cineasta, o estúdio Méliès, o universo fantástico de Méliès; a Viagem à Lua...

A partir do dia 3/07 dá pra conferir tudo isso e mais 11 filmes que serão projetados nas paredes do museu! Quer saber mais? Então por que você não olha na galeriauma prévia da exposição?
“Georges Méliès, o mágico do cinema”
De 4/07 a 16/09 – terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
MIS: av. Europa, 158, Jardim Europa, SP
Informações: (11) 2117-4777
Entrada: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia) – ingressos somente na recepção

25.6.12

paula rego


O Baile, da pintora portuguesa e nacionalizada inglesa, Paula Rego.
Pintada em azuis e cinzas intensos, a cena é tem uma luz fantasmagórica que sugere um episódio de sonho ou uma fantasia surrealista. Os dançarinos são baixos e encorporados, com movimentos e trajhes que remetem a tradições folclóricas dos anos 1950.Atrás dos personagens, uma construção sinistra, semelhante a uma fortaleza, num afloramento rochoso aumenta o clime estranho e perturbador da pintura.Muitas obras de Paula Rego se baseiam em contos folclóricos ou de fadas. Outras são imagens ambíguas e incômodas, ligadas a suas lembranças de infância.Com dimensões épicas, O Baile parece ter referência autobiográfica, proveniente da criação portuguesa de Paula. Porém o foco expressivo do quadro é nas mulheres.O quadro representa o ciclo de vida feminino, da infância à maturidade sexual, maternidade de velhice. A composição é parecida com a obra A Dança da Vida, do pintor surrealista norueguês Edvard Munch, que também mostra grupos de pessoas dançando ao luar, à beira-mar, com uma figura de inocência à esquerda.
4 detalhes de O Baile, de Paula Rego se destacam:

1. Moça à esquerda

Absorvida na dança, a moça de vestido português talvez represente Paula jovem. Sua roupa branca e sua anágua sugerem inexperiência sexual. Esta figura é maior do que as outras provavelmente para indicar sua importância como personagem principal.

2. Casal jovem ao meio O jovem casal dançando de faces coladas transmite uma sensação de nostalgia. Paula deve estar falando seu próprio passado. O amarelo vivo da mulher se destaca entre as cores escuras e triste da pintura.

3. Prédio escuro A forma simplificada da construção em cima da montanha sugere opressividade e solidez à composição. Seu significado, assim como ocorre com outros elementos da obra, é aberto a interpretações.

4. Roda da vida As 3 figuras dançando em roda com as mãos unidas parecem uma criança, uma mãe e uma avó. Juntas, elas representam as 3 principais fases da vida de uma mulher.
Ficha Técnica - O Baile:


Autor: Paula Rego
Onde ver:Tate, Londres, Reino Unido
Ano: 1988
Técnica: Tinta acrílica sobre papel sobre tela
Tamanho: 212,6cm x 274cm
Movimento: Surrealismo

6.6.12

museo torres garcía






Luego del fallecimiento de Joaquín Torres García en 1949, sus familiares y allegados, liderados por Manolita Piña, su viuda, tomaron la determinación de crear un museo que contuviera el legado del maestro, tanto de obras de arte como documental.

El primer Museo Torres García fue inaugurado el 29 de julio de 1953, día del nacimiento de Torres García. El Museo fue trasladado y reinaugurado en varias ocasiones, debido al vacilante apoyo por parte de las autoridades oficiales, hasta que en 1973 al instalarse la dictadura cívico-militar se cierra definitivamente el Museo y la Fundación de esa primera etapa. Con el retorno a la democracia, se constituye la actual fundación Torres García, presidida por Manolita Piña y con la participación de Augusto y Olimpia Torres. Ifigenia Torres no formó parte de la FTG pero le brindó un decidido apoyo. En 1986 se crea la actual FTG y se celebran convenios con la Generalitat de Cataluña y con el Estado Uruguayo, que posibilitan la instalación del Museo Torres García. Estimamos 85000 visitantes anuales.

http://www.torresgarcia.org.uy/index_1.html

5.6.12

mario benedetti

Mario Benedetti (Paso de los Toros14 de setembro de 1920 — Montevidéu17 de maiode 2009) foi um poetaescritor e ensaísta uruguaio. Integrante da Geração de 45, a qual pertencem também Idea Vilariño e Juan Carlos Onetti, entre outros. Considerado um dos principais autores uruguaios, ele iniciou a carreira literária em 1949 e ficou famoso em 1956, ao publicar "Poemas de Oficina", uma de suas obras mais conhecidas. Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mario_Benedetti

2.6.12

danúbio gonçalves


A trajetória de um dos mais importantes artistas gaúchos ganha as telas de cinema no projeto "Grandes Mestres", com o episódio "Danúbio", que conta a vida do pintor, desenhista, gravador e escritor Danúbio Gonçalves, que aos 87 anos está em plena atividade. Com direção de Henrique de Freitas Lima, a série será apresentada nas sala PF Gastal, no Instituto NT e na sala Norberto Lubisco da Casa de Cultura Mario Quintana no dia 8 de junho.

Danúbio Gonçalves nasceu em Bagé, em 30 de janeiro de 1925. Foi para o Rio de Janeiro com dez anos. Lá estudou e conviveu com o meio cultural mais efervescente do país, quando freqüentou o atelier de Cândido Portinari e de Roberto Burle Marx, estudando na Fundação Getúlio Vargas com Axl Leskoshek e Carlos Oswald.

Aos 19 anos, realizou em Bagé sua primeira exposição individual.
Aos 23 anos, recebeu dois prêmios no 53° Salão Nacional de Belas Artes.

Em 1948, participou em Porto Alegre de uma exposição com Glênio Bianchetti, Clóvis Chagas e Glauco Rodrigues, com repercussão que identificou os participantes como o Grupo de Bagé.

Entre 1949 e 1951, residiu em Paris, freqüentando curso livre na Academia Julien e diversos museus da França, Espanha, Portugal, Suíça, Itália, Alemanha, Inglaterra, Bélgica e Holanda. Em 1951, retornando a Bagé, participou da fundação do Clube de Gravura de Bagé.

Com a série Xarqueadas, Danúbio recebeu o Prêmio Viagem ao País, do 2° Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

No Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs), Danúbio tem realizado periodicamente importantes exposições individuais (1963, 1968, 1976, 1982, 1992). Em 1971, no Museu de Arte Moderna da Bahia; 1976, Museu Guido Viaro, de Curitiba, e Museu de Arte Moderna de São Paulo; 1987, Museu de Arte de Santa Catarina; 1992, Galeria L’Oeil de Boef, Paris.

Danúbio tem participado com freqüência da Bienal Latino-Americana de Porto Rico.

Esteve presente em outras nos Salões e mostras Estampas Del Brasil, Viña del Mar, Chile, 1954; Salão de Arte Rio-grandense de Porto Alegre, 1961 (Medalha de Ouro); 1° Salão Cidade de Porto Alegre, 1963 (1° prêmio); World Prints Entrants, Museu de São Francisco, Califórnia, 1973; Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna (MAM), São Paulo, 1974; Centenário de Van Gogh, Paris, 1984; La Jeune Gravure Contemporaine et sés Invites du Brésil, Paris, 1987; Atelier Livre 30 Anos, 1991; RS Litografia Hoje, Margs, 1994.

Em 1953, mudou-se para Porto Alegre. Lecionou no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, onde foi diretor por 15 anos.


Em 2005, foi homenageado pela Prefeitura de Porto Alegre e integrou o projeto Encontros com a Arte no Paço como convidado.

23.5.12

Tutto Fellini!


Fellini desembarca no Rio! Ou, pelo menos, a exposição “Tutto Fellini”... A mostra começa no dia 11/03 no IMS e depois, em julho, chega ao SESC Pinheiros, em SP. Serão exibidos 20 filmes (entre eles o 1º longa de Fellini, “Mulheres e luzes”, de 1950; “Oito e meio”, de 1963; e “Ginger e Fred”, de 1986), além de fotos de bastidores,entrevistas, fotos de anônimos que se candidatavam aos papéis, cartazes e desenhosfeitos pelo próprio diretor. Aliás, você sabia que ele começou a carreira comocaricaturista, aos 19 anos? E fica a dica: toda 6ª feira, às 14h, será exibido um filme comentado e com entrada franca durante todo o período da exposição.
Tutto Fellini”11/03 a 17/06
Instituto Moreira Salles: r. Marquês de São Vicente, 476, Gávea, Rio
Informações: (21) 3285-7400

21.5.12

MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli

Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) é um museu brasileiro sediado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e mantido pelo governo estadual. Localiza-se na Praça da Alfândega, no centro da cidade, e é uma das mais importantes instituições culturais do estado, alinhando-se entre os museus mais importantes do Brasil.
O MARGS surgiu como um dos primeiros projetos museológicos de importância e abrangência estadual. Na época de sua criação o único museu de relevo na cidade e no estado era o Museu Júlio de Castilhos, cujo perfil é mais histórico do que artístico. A orientação imprimida por Malagoli tinha um claro propósito de atualizar o circuito artístico local através da constituição de um acervo composto por prioridades regionais e nacionais que incluíam artistas contemporâneos. Segundo a pesquisadora Marilene Burtet Pieta, este papel atualizador tornou-se patente ainda mais pelas primeiras exposições temporárias apresentadas, que discutiam a modernidade no Brasil, as novas possibilidades de expressão, resgatavam áreas negligenciadas como os primitivos e a arte sacra, introduziam a internacionalidade, e através de seus ciclos de palestras, que dentre outros temas abordavam o colecionismo, a legitimação dasvanguardas, e o sistema institucional de arte no estado .

A partir da década de 1970 a instituição passou a documentar sistematicamente as suas atividades, e iniciou a publicação de um Boletim Informativo, além de se mudar para sua sede atual. Na década de 1980 o museu ganhou mais visibilidade, recebeu melhorias na sua estrutura e instalações, e realizou exposições de impacto, como o Salão Caminhos do Desenho Brasileiro, além de editar vários livros sobre artistas locais importantes. Também nesta década se fundou a Associação dos Amigos do MARGS.[4]
Com o restauro completo por que passou o prédio nos anos 90, recuperando toda sua infraestrutura e recebendo climatização e equipamentos expositivos modernos, o MARGS pôde enfim alavancar uma rápida expansão de suas atividades e projetar-se definitivamente no cenário museológico nacional e mesmo internacional. Nesta época o Núcleo de Restauro foi completamente aparelhado, passando a contar com uma restauradora permanente, tornando o museu independente também neste campo.

16.5.12

casa de cultura mário quintana

Originalmente era um hotel de luxo, chamado Hotel Majestic. Foi lar de um dos maiores poetas brasileiros, Mário Quintana, nascido na cidade gaúcha de Alegrete mas que adotou Porto Alegre como sua cidade de coração. O escritor viveu no hotel entre 1968 e 1982, no apartamento 217.
O prédio, projeto do arquiteto alemão Theodor Wiederspahn, foi tombado em 1990, sendo então adaptado para tornar-se o grande centro cultural que é hoje.

15.5.12

renoir

Baile no Moulin de la Galette, de Pierre-Auguste Renoir, é uma pintura do século XIX que pode ser encontrada no charmoso Museu d'Orsay, em Paris. Uma das primeira obras-primas do Impressionismo.

Para pintar esta complexa obra, Renoir convenceu amigos pintores e escritores, além de trabalhadores locais, a posar. Mesmo sendo "fabricado" por Renoir, o quadro capta bem a atmosfera ruidosa e boêmia do bairro parisiene Montmartre.

Renoir usou pinceladas de cores vibrantes para transmitir o dinamismo do baile. Repare, cada um faz algo diferente, a pintura tem um movimento surpreendente. O pintor é tão detalhista que pintou um clima de flerte entre o personagem de chapéu amarelo encostado na árvore com a madame de azul claro.

Outro detalhe interessante da obra é o vestido branco da dançarina à esquerda. As ágeis pinceladas de Renoir captam o efeito da luz do sol e das sombras que caem sob o vestido da personagem.

O quadro, no entanto, foi recebido de forma controversa: houve aplausos e críticas. Talvez pela receptvidade ambígua da obra, Renoir passou a se distanciar do impressionismo e a tentar expor suas obras no Salão de Paris.

Ficha Técnica - Baile no Moulin de la Galette

Autor: Pierre-Auguste Renoir
Onde ver: Museu d'Orsay, Paris, França
Ano: 1876
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 1,31m x 1,75m
Movimento: Impressionismo

14.5.12

sem esperança,frida kahlo


A obra Sem Esperança mostra Frida presa à uma cama, em uma paisagem absolutamente rude e estéril, com uma terrível cornucópia de carne e peixes variados em um cone carnoso suspenso acima da boca da artista representada no quadro. Embora seja pequena, a pintura é considerada uma das mais perturbadoras e poderosas pinturas de Frida.

Na época em que pintou o quadro, a falta de apetite da pintora a levou a tamanha perda de peso que ela precisava ser alimentada através de um funil. Na pintura o funil ganhou novas dimensões - tão grande que precisa ser apoiado em uma estrutura de madeira - e não está cheio de comida triturada, mas sim de pilhas de carne crua.

No verso do quadro Frida colocou uma inscrição que dá nome ao quadro: "Não resta nem a menor esperança em mim... Tudo se move em sintonia com o que o estômago contém".


5 detalhes de Sem Esperança se destacam:

1. Expressão de dor:

Frida lança ao espectador um olhar suplicante, ao mesmo tempo em que lágrimas escorrem de seu rosto. Apenas a cabeça e os ombros estão para fora dos lençóis, o que ajuda a passar a sensação de constrição. Nessa época Frida era, realmente, forçada a passar grande parte de seu tempo na cama, com um colete ortopédico. A artista sofreu mais de 30 operações ao longo da vida.


2. Festa dos mortos:

O enorme funil usado para alimentar a pintora transborda com uma mistura nauseante de carne, peixes e aves. A ideia do funil como um instrumento de tortura (como ele aparece representado na pintura) provavelmente foi tirada de um livro sobre a Inquisição Espanhola. No topo do monte de comida crua encontra-se uma caveira mexicana de açúcar com o nome da artista. Essas caveiras eram comuns no dia dos mortos e seu papel na pintura é fazer uma alusão à morte, enquanto o açúcar com que ela é feita representa a doçura da vida.


3. Fundo estéril:

O cenário da paisagem representada no quadro é um deserto ressequido e tem sido interpretado como uma referência à esterilidade da artista. Os ferimentos que teve aos 18 anos a impossibilitaram de ter filhos.


4. Lua:

Nas laterais do quadro encontram-se imagens da lua e do sol. Uma das interpretações para a presença desses símbolos é a dor implacável da pintora, que persistia dia e noite. Em outra vião, a lua simboliza a própria Frida.


5. Sol:

Nessa obra o sol pode ser uma alusão específica a seu marido, Diego Rivera. Outras interpretações dão conta de que o sol trata-se de uma referência aos cravos-de-defunto laranja, comuns nas festas mexicanas do Dia dos Mortos.



Ficha Técnica - Sem Esperança:


Autor: Frida Kahlo 
Onde ver: Museu Dolores Olmedo Patiño, Cidade do México, México 
Ano: 1945 
Técnica: Óleo sobre tela montada sobre HDF 
Tamanho: 28cm x 36cm 
Movimento: Simbolismo

11.5.12

10 anos sem lutzenberger


No dia 05 de abril, reunidos na cerimônia de homenagem e despedida a Rosa Teixeira Carneiro, 76 anos, esposa e companheira de Augusto Carneiro, braço direito e maior apoiador de José Antônio Lutzenberger, estiveram presentes representantes de várias gerações do movimento ecológico gaúcho. A ocasião não foi só marcada pela tristeza da despedida e pelo agradecimento a mais um membro daquele grupo que iniciou um trabalho revolucionário e que alcançou reconhecimento em todo o Brasil. Foi também um momento de retomada para muitas pessoas, que num retrospecto buscaram inspiração no passado e na coragem dos pioneiros, como o próprio Augusto Carneiro, que no dia 31 de dezembro completará 90 anos de idade e estava ali se despedindo da companheira de uma vida e de muitas aventuras.
Na próxima segunda-feira, 14 de maio, lembraremos os 10 anos da morte de Lutzenberger, o maior ecologista que o Brasil já teve, e que partiu em maio de 2002 deixando como herança muitos admiradores e dois grandes empreendimentos: a Fundação Gaia, ONG criada por ele em 1987, com uma sede rural de 30 hectares em Pantano Grande, a 120 km de Porto Alegre, e a Vida Produtos e Serviços em Desenvolvimento Ecológico, empresa já consolidada e de faturamento milionário, ligada ao setor de celulose, com sede em Eldorado do Sul e filiais na Bahia e em Santa Catarina.
A sede rural da Fundação Gaia, o Rincão Gaia, foi o grande sonho realizado de Lutzenberger, tornado possível graças ao apoio incondicional de sua então parceira Elizabeth Paula Renck, enfermeira e professora que largou uma carreira promissora no Hospital de Clínicas de Porto Alegre para se dedicar a concretização do sonho do companheiro.
Como em todo gênio, algumas características do ecologista eram muito marcantes, o conhecimento acumulado ao longo de sua existência e a tranquilidade financeira da qual desfrutava nos últimos anos, não o tornaram arrogante e nem lhe tiraram a simplicidade. Compartilhava tudo com todos e sua generosidade era reconhecida entre aqueles que para ele trabalhavam. Quando não estava viajando, proferindo suas conferências mundo afora, ou recebendo mais uma de tantas homenagens, reinava absoluto nas paisagens do Rincão Gaia, onde, ao invés de cetro e coroa, vestia camisas simples e sandálias de couro, sem se importar em expor os fungos que cultivava nas unhas dos pés, sobre os quais, dependendo do humor, sabia fazer piada ou também discursar em verdadeiras e cativantes aulas de biologia.
Para manter e aperfeiçoar o Rincão Gaia, num gesto de total desprendimento e altruísmo, destinava para o local quase que a totalidade dos recursos que ganhava com o pró-labore da empresa que criou.  Seu objetivo era transformar o sítio não só em exemplo de recuperação de áreas degradadas com belíssimas paisagens e rica biodiversidade, mas estabelecer ali uma Ecovila que demonstrasse na prática a harmonia da convivência entre seres humanos e natureza, com criação de animais e produção de alimentos orgânicos, respeitando os princípios da agroecologia. E ele provaria que seria possível caso tivesse tido tempo. Com sua partida, o local intensificou a realização de atividades como os cursos voltados para a sensibilização e educação ambiental. Pelas belezas naturais, o sítio cada vez mais têm atraído admiradores e turistas que desejam conhecer o trabalho excepcional realizado pelo ambientalista.
José Lutzenberger também deixou duas filhas. Lara, a mais nova e mais conhecida do público, dirige a Fundação Gaia. Sempre que pode está nos meios de comunicação para falar do trabalho pioneiro desenvolvido pelo pai e divulgar as atividades promovidas pela instituição na sede rural.  Lilly, a mais velha, é talvez quem mais tenha herdado os traços e a personalidade do ecologista. Semanalmente visita a empresa, orientando e acompanhando de perto o trabalho dos dois executivos que tocam o empreendimento desde os tempos do pai.Alegre e divertida, os mais próximos apontam nela o espírito agregador como uma de suas maiores características. Formada em biologia pela UFRGS, hoje se dedica com afinco à preservação e organização do imenso acervo deixado por Lutz, do qual fazem parte centenas de livros, revistas, dossiês contendo material sobre as principais lutas encabeçadas pelo ecologista ao longo de mais de três décadas, milhares de recortes de jornais e revistas, cartas, documentos, além dos livros de sua autoria.
Lilly trabalha há alguns anos neste material, preparando-o para ser doado ao “Delfos – Espaço de Documentação e Memória Cultural” da PUC-RS, um setor da Biblioteca da Universidade dedicado exclusivamente à guarda e preservação de acervos pertencentes a gaúchos ilustres. Um trabalho minucioso e exaustivo, o qual requer, além do conhecimento da trajetória de Lutzenberger, o domínio de 5 idiomas (português, inglês, alemão, francês e espanhol), uma vez que ele não só lia, como escrevia, falava e proferia palestras em todos estes idiomas.
Atualmente o acervo é mantido nas dependências da Empresa Vida, em Eldorado do Sul, pois a antiga Casa Lutzenberger encontra-se em pleno processo de restauração. Tendo sido tombado em 2011, o prédio, após a reforma, abrigará a nova sede administrativa da empresa. Na mesma, além de escritórios, haverá espaços dedicados à memória do ambientalista e de seu pai, também chamado José Lutzenberger, reconhecido arquiteto e artista plástico alemão radicado no Brasil, o qual, além de responsável por prédios importantes na capital gaúcha, como a Igreja São José, o Palácio do Comércio e o Orfanato Pão dos Pobres, construiu a Casa Lutzenberger, para a qual se mudou com a família em 1932 e onde viveu o filho ecologista até sua morte, em 2002.
Foi no pai artista plástico que o filho encontrou apoio e buscou inspiração desde cedo para suas incursões pelo mundo natural, como comprovam os diários deixados pelo primeiro. Neles, José Lutzenberger, o pai, escreve e enriquece com belas ilustrações o dia a dia dos filhos José Antônio, Magdalena e Rose, indicando o caminho que o filho seguiria no futuro, já que estava sempre envolto em atividades ligadas à fauna e a flora dos arredores de sua casa, na Rua Jacinto Gomes, no Bairro Bom Fim, escapando não raras vezes para os morros de Porto Alegre, de onde vinha carregado de exemplares para enriquecer o seu amplo jardim.
A arte de registrar em diários praticamente tudo o que acontecia com os filhos também migrou para a neta Lilly, que apesar de não dominar a arte dos desenhos, assim como o pai e o avô, domina brilhantemente a da escrita, mantendo, de forma organizada, em diários atualizados, tudo o que acontece com a família, guardando também em arquivos digitais as trocas de correspondências com a irmã e as tias, como demonstram alguns exemplares a que tive acesso. Esse não é, no entanto, um trabalho a ser tornado público, pelo menos por enquanto. São registros pessoais que tem como objetivo o registro de fatos e acontecimentos organizados por uma grande artista das palavras para preservar e dar continuidade à história da família a fim de que não se percam no espaço e no tempo. É um exercício solitário e cuidadoso, mas que pela riqueza de detalhes terá grande valor e reconhecimento na posteridade. E como num prenúncio do que pode ser a continuidade do trabalho realizado pelo arquiteto e artista plástico, que foi professor do Instituto de Artes da UFRGS, Heloísa, a filha mais velha de Lilly, desde o início de 2012, está cursando Artes Visuais na mesma instituição. Terá ela herdado os mesmos traços e o talento do bisavô? Só o tempo dirá!
Artigo publicado no Jornal do Comércio de Porto Alegre, Caderno Viver, página 5 – edição do dia 11 de maio de 2012.